terça-feira, 14 de junho de 2011

Gorduras trans: margarina é a grande vilã na mesa dos piodozenses




Pesquisa realizada pelos alunos do 9º Ano “B” (vespertino) do Centro de Ensino Newton Bello mostra que a margarina com gorduras trans é bastante consumida pelos piodozenses. 100% das famílias pesquisadas consomem margarina com gorduras trans (contendo em média 1,3 g de gorduras trans).

A gordura trans também aparece em outros produtos consumidos pelos piodozenses, tais como a sopa instantânea, biscoitos e a carne de lata em conserva.

Segundo a revista Escola, “desde 2006, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) obriga todos os fabricantes a indicar no rótulo a quantidade de gordura trans presente nos alimentos”. Em países como Dinamarca e Suíça, a gordura trans é proibida.

“Estudos científicos comprovaram que essa gordura é extremamente prejudicial à saúde: além de aumentar os níveis de colesterol ruim, o LDL, também diminui a taxa de colesterol bom, o HDL. E isso significa elevar o risco de arteriosclerose, infarto e acidente vascular cerebral” (Revista Escola, disponível em http://revistaescola.abril.com.br/ciencias/fundamentos/gordura-trans-471120.shtml).


Famílias reaproveitam 75% das embalagens

Os alunos também detectaram um dado positivo: 75% das famílias reaproveitam as embalagens dos produtos que consomem, como copos de extratos de tomate, garrafas PET, latas de achocolatado, etc.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

A narrativa poética na canção





Abaixo, links para que vocês conheçam exemplos da narrativa poética na canção:
La soledad (Laura Pausini)
Marco se ha marchado para no volver / El tren de la mañana llega ya sin él
A letra está disponível no link abaixo:

http://letras.terra.com.br/laura-pausini/1367217/

Eduardo e Mônica (Renato Russo)
Quem um dia irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração? / E quem irá dizer que não existe razão?
A letra está disponível no link abaixo:

http://letras.terra.com.br/renato-russo/243666/

Faroeste Caboclo (Renato Russo)
Não tinha medo o tal João de Santo Cristo / Era o que todos diziam quando ele se perdeu
A letra está disponível no link abaixo:

http://letras.terra.com.br/renato-russo/243668/

Saudosa maloca (Adoniran Barbosa)
Si o senhor não está lembrado / Dá licença de contar
A letra está disponível no link abaixo:
http://letras.terra.com.br/adoniran-barbosa/43969/

A semana do meio ambiente no Newton Bello














A culminância das atividades da semana do Meio Ambiente do turno vespertino do Centro de Ensino Newton Bello aconteceu na sede do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Pio XII, no dia 04 de junho, sábado, véspera do Dia Mundial do Meio Ambiente.
O ápice do trabalho foi o concurso de paródias ecológicas, que teve como vencedores os alunos do EJA II e os do 2º Ano "B".
Nas fotos, momentos desse trabalho.

terça-feira, 24 de maio de 2011

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A idade dos porquês
Gilcênio Vieira Souza

- Você sabe qual é a idade dos porquês?
- Não. Qual é?
- É a idade em que os filhos descobrem a filosofia... e os pais perdem a paciência.
Júnior estava nessa idade. Perigosa idade. O seu pai não imaginava que um pirralho de apenas quatro anos pudesse desconcertá-lo tanto, a ele, o pai, o maioral daquele lar, o grande sábio da família, fazendo perguntas aparentemente bobas.
- Painho, o que é bigode?
- Bigode? São uns cabelinhos que o homem tem no rosto.
- E a vovó é homem?
- Não. Sua vó é mulher.
- E por que a vovó tem bigode?
- Bom... é porque... não é bigode o que ela tem... são só uns cabelinhos...
- No rosto?
- É.
- E o senhor não disse que uns cabelinhos no rosto é bigode?
O pai não percebera a armadilha em que havia caído e decidiu abandonar o jogo.
- Agora meu filho vai brincar e deixa o papai trabalhar, tá bom?
Júnior sai em disparada, dirigindo um carrinho imaginário. O pai sentiu-se aliviado.
Cinco minutos depois, o infante Sócrates está de volta:
- Painho, porque a barriga da mamãe é grandona?
- A barriga da mamãe não é grandona, está grandona.
- E por quê?
- Porque ela está grávida.
- Por quê?
- Porque... porque... - e o pai procurava no ar as palavras adequadas - o porquê da mamãe estar grávida é que o papai plantou uma sementinha dentro dela e a sementinha foi crescendo, crescendo, e a barriga da mamãe também...
- O senhor plantou uma sementinha na barriga do tio João também?
O pai foi todo sorrisos com a lembrança dos 120 quilos do cunhado e com a brilhante dedução do pequeno.
- Não... O tio João engordou sem sementinha - o pai sorriu em silêncio e pensou em dizer que o tio João era gordo porque comia feito um porco. Mas evitou dar voz a esse pensamento, enxergando suas trágicas consequências.
E Júnior saiu em disparada.
Cinco minutos depois está de volta. Parado. Mudo. Observando o pai concentrado em cálculos, pois era desses tantos pais que levam para o lar os afazeres profissionais. O pai finge não estar percebendo. Porém, antes que a curiosidade do pequeno interrompa mais uma vez suas ocupações, decide tomar uma atitude.
- Agora o filhinho deixa o papai trabalhar, não faz mais perguntas e vai brincar.
- Por quê?
A calma do pai foi para o espaço: seu tom de voz, mais alto que o normal, denunciava isso.
- Porque papai tem muito trabalho pra fazer e você não para de fazer perguntas e está atrapalhando o papai!
- Por que o senhor não brinca comigo?
Comovido com a inesperada pergunta, o pai abrandou a ira.
- Agora papai não pode. Papai tem muito trabalho pra fazer. Você faz no lugar de papai?
O pequeno só ouvia.
- Você quer trabalhar no meu lugar?
O filósofo precoce respondeu balançando a cabeça, dizendo não. Aí foi a vez do pai:
- Por quê?
- Porque o senhor fica muito nervoso quando trabalha.